O Ponto de Encontro deseja a todos um FELIZ ANO NOVO, com boas leituras e muitos Encontros neste Ponto, para deliciosas partilhas!
O Ponto de Encontro deseja a todos um FELIZ ANO NOVO, com boas leituras e muitos Encontros neste Ponto, para deliciosas partilhas!
No passado dia 18 de Dezembro, a Academia de Música de Lamego realizou a sua Festa de Natal no Salão Paroquial de Almacave.
Pelo palco, desfilaram os alunos da Academia e os elementos do Coro Infantil que foram cativando o público com as peças que se sucederam. Tantas, quantos os anos cumpridos por esta Associação Cultural: 20.
Com grande empenho, grupos de alunos das Classes de Conjunto da Academia, interpretaram temas natalícios de diferentes graus de dificuldade; desde os pequeninos da Pré-Iniciação Musical (entre os 3 e os 5 anos) até aos mais avançados nos estudos musicais, todos se empenharam e mostraram os seus prometedores dons vocais e instrumentais ajudados, claro está, pelos dez professores que formam o corpo docente da escola.
O Coro Infantil iniciou e terminou o espectáculo. Ao todo, interpretou uma dezena de canções de Natal com um elevado nível performativo. Esta formação, a mais recente da Academia de Música de Lamego, que se estreou neste mesmo palco há um ano atrás, fez um conjunto de sete actuações e gravou um CD de temas infantis originais.
A partir de Janeiro, os alunos da Academia continuarão os seus estudos musicais com o apoio dos seus professores tendo em vista alcançar bons resultados no final do ano lectivo; os elementos do Coro Infantil irão iniciar a preparação de um espectáculo de apresentação do seu CD «Sape Gato».
Em suma, a Academia continuará a cumprir os objectivos a que se propôs: ensinar e divulgar a Música.
Lamego poderá continuar a contar com esta escola para a formação musical das suas crianças e jovens; além disso, poderá continuar a orgulhar-se das duas formações que a Academia de Música de Lamego ofereceu à cidade: a Dour’Orquestra e o Coro Infantil de Lamego.
E por falar em ofertas e já que estamos pertinho do Natal, não resisto a fazer dois pedidos: ao Município, quero pedir que olhem para nós em termos de instalações; ao público em geral e especialmente para aqueles que têm crianças a quem dar presentinhos, ofereçam o CD do Coro Infantil de Lamego que pode ser adquirido no E. Leclerc, no Restaurante «O Sonho» e na Academia de Música de Lamego.
Em nome da Direcção da Academia de Música de Lamego, desejo a todos os lamecenses um Santo Natal e um Feliz Ano de 2012.
MD
O “Ponto de Encontro”orgulha-se desta Escola de Música e agradece o excelente serviço prestado por esta instituição em prol da cultura na nossa cidade.
Uma palavra de especial carinho aos elementos do Coro Infantil. É com muita alegria que seguimos o vosso crescimento artístico. PARABÉNS! A todos os elementos da Academia de Música de Lamego, desejamos um feliz Natal e um ano de 2012 pleno de sucesso!
No dia 13 de Dezembro de 2011, o Teatro Ribeiro Conceição ficou imbuído de um verdadeiro espírito natalício. Alunos dos Jardins de Infância, do 3º ano de escolaridade do Centro Escolar de Lamego (CEL) e dos 2º e 3º ciclos da Escola E. B.2,3, do Agrupamento Vertical de Lamego, transmitiram belíssimas mensagens de Natal. O espetáculo decorreu em duas sessões: uma, a da manhã, dirigida a alunos, professores e funcionários do CEL; a outra, de tarde, destinada, essencialmente, a pais, familiares e restante comunidade.
Os artistas encantaram o público com atuações transbordantes de arte e de beleza, movimentando-se entre a música, o teatro e a recitação em coro, com notável mestria e fascínio.
A canção “Linda Noite” abriu o espetáculo. A letra, coreografada por um grupo de figurantes, recordava a caminhada de Maria e José até Belém. Um estábulo com fardos de palha, que se encontrava no palco, acolhia o nascimento do Menino Jesus.
Um grupo de jograis, em jeito de coro grego, relembrava, pelas palavras de Miguel Torga, a “História Antiga” de um rei, lá na Judeia, que queria matar o Menino. E nós iniciámos uma viagem no tempo…
Depois, começaram a chegar as ovelhas, o burro, a vaca, os pastores, a estrela, os Reis Magos e o palco transportou-nos para um tempo longínquo e um lugar distante, através de figurantes magnificamente caracterizados.
Alguns pastores que formavam uma “Shepherd band” tocaram uma música rock, estabelecendo uma espécie de passagem para o Natal nos tempos modernos.
Seguidamente, os jograis, entoando uma ladainha de caráter místico e poético: “Litania para o Natal de 1967”, de David Mourão Ferreira, levaram-nos a refletir sobre o sabor amargo do Natal para aqueles que o vivem no meio da maior indigência, de dor intensa e de indizível sofrimento.
Contudo, após este momento que nos fez pensar noutros natais, despojados de alegria, de amor, de paz…, apareceram os duendes. E a alegria voltou. Surgiram as renas e o Pai Natal, através do estábulo, subitamente transformado em chaminé. As caracterizações e as coreografias presentearam-nos com cenas de rara beleza, que nos envolviam na magia do Natal, e situaram-nos no interior de uma casa.
E foi neste interior que alguns alunos do Clube de Teatro dramatizaram a peça “Vê a minha carta!... E o meu desenho também!...”. Dinamismo, à vontade, alegria e empatia com o público caracterizaram esta dramatização, que pretendeu alertar os pais para a necessidade de estarem cada vez mais presentes na educação dos seus filhos, mormente com o seu amor, carinho, atenção e disponibilidade.
Uma lavadeira e um lenhador interligaram os vários momentos e construíam, ao longo do espetáculo uma árvore de Natal.
Mais uma vez, o palco foi renovado e novos alunos entraram em cena, apresentando as letras da palavra “Christmas”, estando cada letra associada a uma mensagem de Natal, em Inglês.
Os jograis encerraram o espetáculo, recitando “Dia de Natal”, de António Gedeão, chamando a atenção para a vertente consumista do Natal e para a fragilidade e engano de uma fraternidade e solidariedade “com hora marcada”, aspetos radicalmente opostos ao verdadeiro espírito desta quadra.
Por fim, todos os alunos e professores celebraram em palco a alegria de momentos vividos e partilhados, através da realização de uma “Flash Mob”.
O público, espelhando emoção e deslumbramento, aplaudiu calorosamente
todos os que tinham proporcionado momentos artisticamente tão belos e
humanamente tão ricos, onde a educação para os valores harmonizou num todo perfeito as suas vertentes artísticas, sociais e morais.
O espetáculo acabou, mas as palavras, as cores, a música, o movimento, os artistas…, tudo continua em cena no palco da nossa memória.
Lídia Valadares
Aproveitamos para desejar a todos um FELIZ E VERDADEIRO NATAL!
Em toda a minha vida, tive momentos inesquecíveis, uns, pelo aspeto positivo, outros, pelo negativo. Relembrando os positivos, houve um que se destacou particularmente.
Esse momento surgiu quando dei conta que sentia um vazio dentro de mim, com apenas nove anos. Senti esse vazio após o falecimento da minha avó materna, dando por mim a pensar que, quando a minha avó faleceu, a minha mãe não ficou sozinha, uma vez que tem mais irmãos e com eles partilhou a dor daquela perda. Este acontecimento, esta situação foi ocupando o meu espírito durante vários dias, não podia deixar de pensar que, caso a minha mãe morresse, eu iria ficar sozinha, pois não tinha irmãos.
Após alguns dias de reflexão sobre o sucedido, disse à minha mãe o seguinte: “Quando a avó morreu, não choraste sozinha por ela, mas quando tu morreres, irei chorar sozinha por ti.”
Este meu desabafo criou um eco na cabeça da minha mãe.
Então, um ano mais tarde, a minha decidiu preencher o vazio que um dia lhe dissera sentir, dando-me um irmão.
Durante os nove meses de gestação, andei muito impaciente, estando “em pulgas” para ver como ele seria.
Encontrava-me no primeiro dia de aulas, quando recebi a notícia de que o meu irmão estaria a nascer. Fiquei sem cabeça para mais nada, completamente alheada de tudo, nas nuvens, com a mente projetada para o sítio onde que aguardava a sua vinda. Imaginava o seu corpinho, o seu rosto, o seu choro… Só pensava no momento em que o teria nos meus braços. E foi, sem dúvida, um momento lindo, único,indescritível!
Desde o dia em que nasceu até hoje, tenho guardado na minha memória todos os momentos bons e divertidos que temos passado juntos, e já passaram três anos…
De todos esses momentos, houve um que me tocou profundamente, foi quando ele me chamou de “mana” pela primeira vez. Não esquecerei a emoção, o impacto, o sabor dessa palavra saída da sua boquita numa voz doce e meiga!
Agora, não saberia viver sem ele, sinto que faz parte da minha vida.
E este texto é especialmente…
Rafaela Ferreira 8º2
Agora, que a concretização de um desejo antigo se tornou um dado adquirido, já podemos dizer que o fado é do mundo.
Nascido, criado e tornado cúmplice dos sentimentos, o fado adquiriu no mundo das canções o estatuto de “ voz da alma”, pois é com alma ou saído da alma que a música embala os sentimentos, sejam eles quais forem.
Coisa única no mundo, o fado é por assim dizer “marca” de Portugal, ao mesmo tempo símbolo de um povo cujas demandas no passado deram início ao alargamento de novos horizontes, concretizados através dos Descobrimentos. Desta feita, os Descobrimentos permitiram levar a quase toda a parte do mundo, uma cultura, uma língua, em suma, permitiram dar a conhecer um povo.
Tal como no passado, o presente permite ainda essa mesma tarefa e a música é a nau, a caravela dos novos tempos, possibilitando navegar rumo ao descoberto, mas agora com a missão de enriquecer a cultura e fazer dela não uma peça única, mas, uma manta de todos.
Embora as descobertas sejam já factos consumados e por isso mesmo irrelevantes nesta volta ao mundo, a divulgação dos valores, da cultura e da língua são a epopeia desta nova vaga de “descobrimentos”, revertendo as “descobertas” em favor da humanidade, pois quanto maior for a diversidade, maior será a riqueza do mundo e do Homem.
Muito mais saudável e universal do que o conflito, a música permite aproximação, conhecimento. Tolera diferenças, molda as fraquezas e somando todas as partes, o resultado é a melodia, ouvida e cantada por todos, sejam eles diferentes ou iguais, porque a música não tem lados, apenas um conjunto de sons, uma linguagem universal…
Sendo o fado uma belíssima melodia (por sinal portuguesa) e sendo a universalidade linguística da música um dado adquirido, enquadrar o fado nessa universalidade enriqueceu ainda mais o já vasto currículo da música e permitiu a Portugal alcançar mais uma grande conquista. Ter de seu o fado do mundo.
Com a classificação do fado Património Imaterial da Humanidade, este nosso tesouro é agora imortal e por isso mesmo tesouro do mundo. Um tesouro herdado por poucos, transformado por mais uns poucos e agora, tesouro de todos.
Com certeza é português o fado do mundo…
Jorge Almeida
Na última terça-feira, dia 15 de novembro, pelas 15h, tivemos uma aula diferente, isto é, uma oficina de escrita dinamizada pelo autor do nosso manual de Português, Dr. António Vilas-Boas.
Esta Ação de Formação decorreu na biblioteca escolar e, para além da nossa turma, também estavam presentes vários professores da nossa Escola e de outras da cidade.
Quando soou a campainha, já todos sabíamos que o nosso destino seria a biblioteca e não a tradicional sala de aulas. Entrámos e ocupámos os nossos lugares em mesas organizadas para trabalho em grupo.
O Diretor do Agrupamento Vertical de Lamego, Dr. Carlos Rei, abriu a sessão, apresentando o Dr. Vilas-Boas e agradecendo a sua presença. Depois, foi a vez do nosso convidado começar a distribuir o material para a oficina de escrita. Explicou-nos tudo o que iríamos fazer e até deu uma ajudinha a quem estava com dificuldades em iniciar a composição. O Sr. Dr. Vilas-Boas acompanhava permanentemente o que íamos escrevendo, assinalava alguns erros, levando-nos a descobrir a forma correta de escrever… Por exemplo, lembrava que deveríamos evitar repetições de palavras e arranjar maneira de o conseguir, levava-nos a recordar os casos de vírgulas proibidas, etc.
Depois de ultrapassadas as etapas de construção de texto (planificação, textualização e revisão/reformulação), lemos o produto final para todos.
Bem, esta oficina de escrita foi espetacular. Aprendemos imenso e de uma forma muito divertida, pois o professor tem um grande sentido de humor!
Mariana Cardoso, 7º1
O que eles dizem…
Esta oficina de escrita foi muito enriquecedora, pois aprendi a estruturar melhor os textos e convivi com o autor do nosso manual: o Sr. Dr. António José Vilas-Boas.
Gostava muito de poder repetir esta experiência para desenvolver mais capacidades a nível da escrita.
Patrícia Santos 7º1
Nesta oficina, escrevemos um texto sobre o que tínhamos feito no dia anterior e gostei muito desta actividade. Acho que fiquei a saber estruturar melhor um texto e enriqueci o meu português.
Além do mais, adorei conhecer o autor do nosso manual de Língua Portuguesa do 7º ano!
Leandro Paiva, 7º1
Penso que esta sessão foi muito proveitosa para o desenvolvimento da minha expressão escrita, porque me ajudou a saber retirar, a substituir palavras por outras mais apropriadas, a colocar os verbos nos tempos certos… E gostei muito de conhecer o Professor António José Vilas-Boas!
Hugo Xavier, 7º1
Eu penso que esta oficina foi uma atividade muito enriquecedora a nível da escrita. Também gostei muito da forma como o Sr. Dr. António Vilas-Boas lidou connosco: falava a sério, brincando… Corrigia-nos à medida que íamos escrevendo e apresentava-nos hipóteses de reformulações. Foi muito interessante!
Bruna Ribeiro, 7º1
A oficina de escrita não só foi interessante como também muito importante.
Adorei esta atividade, porque notei os erros constantes que dou sem me aperceber.
O Sr. Dr. António José Vilas-boas foi muito simpático e aprendi bastante com ele. Era engraçada a forma como ele dizia as coisas, falava a sério, mas brincava com a situação, ao mesmo tempo.
Ai! Quando ele me chamou para ler o meu texto em frente aos professores de português, fiquei bastante nervosa, tinha a impressão de que estava muito corada, tal como um tomate, de certeza!...
Cristiana Teixeira, 7º1
Esta oficina de escrita ajudou-me a desenvolver a expressão escrita e a aumentar os conhecimentos sobre a Língua Portuguesa.
Gostava de participar em mais Ações de Formação deste tipo.
José Miguel, 7º1
Este momento com o Dr. António José Vilas-Boas foi inesquecível, não só para mim como também para os meus colegas! Acho que vamos ter alguns progressos a nível da expressão escrita.
Madalena, 7º1
O dia 11 de Novembro de 2011 foi preenchido, na Escola EB 2, 3 de Lamego, com duas atividades que nos proporcionaram, simultaneamente, importantes aprendizagens, um proveitoso convívio e muita alegria: uma feira rural e um magusto.
O dia escolar teve início com a feira rural. Todas as turmas participaram, levando os seus produtos para as suas bancas, onde ficaram expostos para venda. Muitos eram produtos hortícolas, mas também havia roupa, bijutaria, animais, etc…
Esta feira foi aberta ao público, nomeadamente aos familiares dos alunos desta escola, e envolveu a participação de um número significativo de pessoas. Os produtos expostos eram de boa qualidade, principalmente, os hortícolas e o seu preço era acessível, o que estimulou a sua venda.
Foi uma atividade bem organizada e com tanto êxito que deverá continuar a realizar-se nos próximos anos letivos. O sucesso deste evento deve-se aos professores da nossa escola, que muito se empenharam na sua organização e dinamização. Esta feira permitiu que os alunos se apercebessem da importância dos produtos, do seu valor e tivessem um conhecimento ativo da atividade comercial.
Ora, como todos sabemos, a 11 de Novembro celebramos o dia de São Martinho. Segundo reza a lenda, em épocas remotas, nesse mesmo dia, S. Martinho cavalgava debaixo de uma intensa tempestade, quando encontrou um homem pobre, quase sem vestes. Imediatamente, cortou a sua capa ao meio e deu metade ao desprotegido. Logo a seguir, aconteceu um milagre: a chuva e o vento desapareceram e o Sol surgiu vigoroso por entre as nuvens, como se fosse Verão. A partir daí, todos os anos esperamos que se cumpra a tradição para fazermos o magusto, agasalhados pelo “Verão de S. Martinho”. Desta vez, o Sol não apareceu, mas nós marcámos presença! E as castanhas também!
Assim, durante a tarde, teve lugar o nosso magusto no pátio interior da Escola. Os alunos de cada turma, acompanhados dos respetivos professores, reuniram-se à volta da sua mesa, devidamente sinalizada. E esta atividade teve direito a uma honrosa abertura, pois começou com a entrega dos Diplomas de Mérito aos alunos que se destacaram pelo bom aproveitamento na transição do quarto para o quinto ano. Orientou a cerimónia o Sr. Professor Mendes Dias (Subdiretor do AVL), que mencionava, individualmente, os alunos distinguidos. Cada aluno nomeado subia ao palco, recebia dos Senhores Professores Carlos Guerreiro (Adjunto da Direção) e Paulo Taveira (Presidente do Conselho Geral) o seu diploma e era calorosamente aplaudido pelos presentes, enquanto se tiravam fotografias.
Acabado este momento, entraram as castanhas sob uma vigorosa salva de palmas. Quentinhas e apetitosas, saciaram o nosso apetite, acompanhadas de sumos deliciosos. Depois deu-se início a um animado e participado bailarico.
E tudo isto debaixo do “chapeuzinho”, aquela recente cobertura do pátio interior que se tem revelado tão útil… Que bem estivemos neste espaço!
Tivemos direito a um convívio excelente, a uma experiência magnífica e a uma atividade “de mérito”! Esperamos repetir para o ano.
Henrique Mendes e Mariana Silva, 8º 2
No final, as opinões…
Hoje foi um dia em cheio! Tivemos uma feira que pretendia traduzir o que se passava antigamente e o magusto habitual na nossa Escola.
Na feira, aprendemos a trabalhar e a organizar-nos em conjunto e sem confusão, o que é muito importante para a nossa vida futura.
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No dia 11, todos chegámos muito mais cedo, tal era a ansiedade de sermos vendedores por um dia… Correu tudo muito bem. Todos dançámos, cantámos e rimos e foi, sem dúvida, um magusto de que todos nós gostámos.
Mariana Cardoso, 7º1
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Eu gostei muito desta feira, estava tudo muito bem organizado e os alunos também contribuíram para isso.
O magusto foi igualmente muito divertido, com música, castanhas, sumos e também crepes, que estavam deliciosos. É bom que a nossa escola realize atividades destas, para aliviarmos a cabeça do stress dos testes. Na minha opinião foi o melhor dia que já tive e também o mais atarefado!
Maria João Gonçalves, 8º 2
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Na feira rural participaram muitas pessoas e conseguimos vender muitos produtos.
No início do magusto foram distribuídos diplomas de mérito aos alunos de 5ºano. Aos alunos dos restantes anos, serão distribuídos no Natal. O ambiente estava muito agradável, as atividades foram ideias muito giras e estavam bem organizadas.
Ana Raquel Domingos, 8º2
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Este dia tão esperado superou as nossas expectativas! A feira estava muito bem organizada, correu tudo muito bem e acho que todos desenvolvemos bem o “nosso trabalho”. Bem, na parte de tarde a alegria não acalmou, antes pelo contrário, aumentou…
Leandro Fonseca Nº 18 8º2
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O dia de S. Martinho foi um dia inesquecível! De manhã foi a feira, que não podia ter corrido melhor. De tarde, foi ótima a convivência com os colegas e professores. Pudemos saborear duas coisas: o sabor das castanhas e o sabor da tradição.
Rui Cardoso, 8º2
O coro da Academia de Música de Lamego, do qual eu faço parte, foi convidado para ir cantar com Yolanda Soares, no dia 22 de Outubro, no Teatro Ribeiro Conceição.
Depois de alguns ensaios, eis que é chegado o dia do Concerto! Confesso que o aguardava com alguma ansiedade, pois era a nossa primeira atuação com alguém tão famoso!
Nesse dia, à tarde, tivemos um ensaio geral no Teatro, com a cantora. Ela disse-nos que éramos muito queridos e eu achei-a muito simpática e meiguinha. Começámos por ensaiar a entrada em palco e só depois é que cantámos a nossa canção “Keni Indero”. Foi tudo feito com muito rigor e começámos a sentir o peso da responsabilidade e o receio de falharmos.
Por fim, chegou o grande momento! Estávamos todos vestidos de branco, mais parecíamos… uns anjinhos. Entrámos em palco com toda a garra e acho que cantámos muito bem, pois foram muitos os aplausos da plateia, onde estavam, entre outros, os nossos familiares.
Ao fim da atuação, dirigimo-nos para a sala de autógrafos, onde tirámos algumas fotografias com a cantora.
Vi estas fotos no blog e achei-as estupendas.
Foi uma noite em grande, que vou recordar para sempre!
Fabiana Gonçalves, 5.6, n.º 11
“Para Nietzsche, a música é “palavra de verdade”; para Freud, “texto a decifrar” (Smedt, 2006, Elogio do Silêncio)
O Coro Infantil de Lamego teve, na noite do dia 22 de Outubro, uma “prova de fogo”. Convidado pela cantora Yolanda Soares, participou no espectáculo “Metamorphosis” que a cantora trouxe a Lamego, ao Teatro Ribeiro Conceição, no encerramento da tournée que passou por sete salas de espectáculo portuguesas. Chamados a fazer o coro do difícil tema “Keni Inderó”, os pequenos cantores estiveram à altura da espectacularidade do concerto, mostrando-se verdadeiros “profissionais” num mundo de enorme profissionalismo. Vestidos de branco cantaram e encantaram o público presente no TRC, mostrando que, depois do lançamento do seu primeiro CD, “Sape Gato!”, estão preparados para dar seguimento a este projecto que, há um ano, a Academia de Música de Lamego apadrinhou. No final, os elogios que a cantora distribuiu durante a sessão de autógrafos foram a confirmação da qualidade e da dedicação que o coro colocou nesta sua participação no mundo da música profissional.
Este projecto vai ter, nos próximos dias 29 de Outubro e 5 de Novembro, uma nova fase: a realização de castings para escolher novos elementos para o Coro. Assim, as crianças e os jovens que gostam de cantar e têm entre 8 e 14 anos, podem inscrever-se na Academia de Música de Lamego e, num dos dois sábados indicados, cantar duas das canções incluídas no álbum “Sape Gato!”. Os castings vão ter lugar na E. B. 2, 3 de Lamego, na Rua de Fafel, a partir das 11 horas e o CD pode ser adquirido na própria Academia no acto de inscrição. Fica o convite!
AG
Quem assistiu a este espectáculo, pôde ler um magnífico texto, sem dúvida!
Aguardamos os próximos trabalhos, os próximos sucessos…
Até breve!Da autoria de Scott Westerfeld, da editora Vogais & Companhia e da colecção “Uglies”, a acção do livro “Imperfeitos” ocorre num futuro não tão distante quanto isso, onde existem dois mundos totalmente diferentes. Um desses mundos é o mundo Perfeito, onde não há pobreza, nem guerras, nem fome e onde os jovens, quando completam os 16 anos, se tornam belos, perfeitos, contudo idênticos, pois as transformações adequam-se a determinados padrões. No outro mundo, chamado “Fumo”, vivem os imperfeitos, que não concordam com as mudanças físicas das pessoas, aceitando-se tal como são.
Tally vive no mundo perfeito, tem apenas 15 anos e o seu maior sonho é ter uma aparência de supermodelo… Conhece Shay e tornam-se grandes amigas, apesar das diferenças entre elas. Shay não concorda com a mudança aos 16 anos, apesar de Tally estar sempre a insistir que vai ser fantástico.
Quando falta uma semana para se tornarem perfeitas, Shay confessa a Tally, em absoluto segredo, que irá fugir para o “Fumo”.
No dia em que iria ocorrer a transformação de Tally, as Operações Especiais informam-na que, enquanto não revelar onde se encontra a amiga, não poderá tornar-se perfeita.
É então obrigada a fazer a pior escolha possível: encontrar a amiga e traí-la ou perder para sempre a possibilidade de se tornar perfeita. Que decisão irá ela tomar?...
Esta parte foi a mais emocionante para mim, pois tem a ver com a vida real, criou eco em mim… Quantas vezes, na nossa vida, temos de tomar decisões difíceis, dolorosas, que nos obrigam a optar entre duas coisas, duas pessoas, duas situações muito estimadas, com muito valor para nós?... Contudo, temos de escolher!
Este livro também nos faz reflectir sobre a influência que a sociedade exerce em nós, estipulando os modelos de perfeição, de beleza, de elegância que nós vamos seguindo ora de uma forma mais rigorosa, ora de uma maneira mais ligeira. Faz-nos pensar se não somos um pouco escravos desses modelos… Mais uma vez, temos oportunidade de optar: procurar seguir cegamente esses modelos ou não. E não será a sociedade castigadora para com os “imperfeitos”? A cada passo, somos obrigados a parar para reflectir.
É um livro extraordinário onde nós vamos reconhecendo pedacinhos da nossa vida e, também, muito interessante, pois a imaginação é imensa.
Encontrei este livro entre centenas deles e foi o título que me suscitou interesse. “Imperfeitos, mas que título mais original!”-pensei eu. Nem perdi tempo, li a sinopse, fiquei fascinada e adquiri-o de imediato. Leiam-no também!
Catarina Ferreira Rebelo, 8º 2